16 Novembro 2009

Produzir Nacional! Consumir Local! Comer Melhor!


04 Novembro 2009

ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS

Uma t-shirt ostentando uma palestiniana grávida sob uma alça de mira e a inscrição "Um tiro duas mortes". Foi a imagem escolhida por snipers(atiradores de elite) da infantaria israelita. Outras t-shirts exibem bebés mortos, mães a chorarem sobre os túmulos dos seus filhos, armas apontadas a crianças e mesquitas bombardeadas. Há uma loja em Tel Aviv especializada em imprimir as ditas t-shirts e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar. As atrocidades praticadas pela entidade nazi-sionista já não são escondidas – são mesmo exibidas.


Michael Moore em Cuba


Moore viajou a Cuba com três voluntários que haviam trabalhado nas ruínas do World Trade Center, em New York, depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Segundo ele, os voluntários sofrem de problemas de saúde desde que atuaram naquele local e têm dificuldade de acesso aos tratamentos públicos. Moore diz tê-los levado de barco até a base naval estadunidense de Guantánamo - que fica encravada no leste de Cuba e onde Washington mantém suspeitos estrangeiros de terrorismo - para ver se eles receberiam o mesmo atendimento médico gratuito dos detentos. Após serem barrados, eles decidiram ver que tipo de atendimento médico encontrariam em Cuba, cujo governo comunista se orgulha da qualidade de seus hospitais. Excerto do documentário "Sicko" (S.O.S. Saúde), de Michael Moore.


03 Novembro 2009

ASSINE A PETIÇÃO DA CGTP-IN:

http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/index.php


  •  PELO ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO
    Em consequência do encerramento de grande número de empresas, deslocalizações e salários em atraso, resultante da governação do PS e do comportamento do patronato, milhares de trabalhadores são hoje desempregados de longa duração e muitos outros, essencialmente jovens, devido ao emprego precário, estão desempregados e sem direito a protecção no desemprego, conduzindo muitos famílias à situação de pobreza.
    Impõe-se alargar a protecção no desemprego, reduzindo os períodos de garantia para 365 e 90 dias dos subsídios de desemprego e social, e o prolongamento deste durante todo o período de recessão; majoração das prestações familiares e das prestações de desemprego quando há em simultâneo mais que um desempregado no mesmo agregado.


  •  PELA REVOGAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE
    O Governo de Sócrates impôs desde 1 de Janeiro de 2008 a todos os trabalhadores que se reformaram por velhice, uma redução na sua pensão. Ao valor da pensão resultante do cálculo, aplica-se este factor de sustentabilidade. Em 2008 a redução foi de 0,56%, e em 2009 o valor acumulado de 1,32%. Em cada ano, se a esperança de vida aos 65 anos aumentar, como está previsto, maior será a redução das pensões.


  •  PELA ALTERAÇÃO DAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E PRESTAÇÕES
    Milhares de reformados e aposentados têm perdido poder de compra, dado que os aumentos das pensões não acompanharam a inflação.
    Com as novas regras de actualização (IAS), nem as pensões mínimas “escaparam”, deixando estas de crescer, mantendo só o poder de compras, rompendo com o ciclo da sua dignificação, que vinha há muito a ser prosseguido.

    http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/index.php
  • 06 Outubro 2009

    Património Geológico e Cultural do Polje de Minde

    Património Geológico e Cultural do Polje de Minde


    Recuperação, Preservação e Valorização

    (Projecto de Recuperação versão reduzida)


    Clique Aqui

    Programa Municipal de Alcanena

    Conheça o nosso Programa Clique aqui.

    Campanha Eleitoral Autárquicas 2009

    30 Setembro 2009

    Um lugar muito nobre


    Apesar do indiscutível atraso com que chega à nossa localidade, urge uma zona industrial num sítio adequado, com reais condições que façam dela uma mais-valia para a terra, potenciadora de melhor qualidade de vida para todos.


    Continuamos a contestar a localização:

    - trata-se de um projecto antiquado, ultrapassado e agressivo para a população;

    - fica dentro do aglomerado urbano, não tendo hipótese de alargamento, o que revela falta de visão de futuro;

    - os acessos interferem com a população e a criação de novos acessos passará certamente por zonas protegidas pela rede natura 2000 (é pena que o nosso desenvolvimento esteja sempre dependente da degradação do meio ambiente);

    - a zona tem elevado interesse paisagístico/cénico e natural;

    - o seu actual local não cativa empresas de fora que se queiram desenvolver;


    Para além disto, o facto deste espaço se encontrar vazio (não correu a ocupá-lo o nosso parque industrial), leva-nos a questionar se não haverá já uma consciência colectiva de que o que foi criado não responde às reais expectativas/necessidades dos industriais. Haverá quem responda e quem se responsabilize pelo investimento? Parece-nos que se reconhecemos o erro, não devemos persistir nele.

    Continuamos a defender o abandono por completo do projecto da Zona Industrial, na borda da mata e nas traseiras do cemitério, apostando num projecto conjunto com os vizinhos municípios de Ourém e Porto de Mós, para a zona entre Vale Alto e Maxieira, onde, aliás há muito está a crescer uma Z.I. aparentemente clandestina e desordenada. Esta tem a vantagem de ser fora da área do P.N.S.A.C. e também o facto de um dia poder vir a ter um nó com a A1 nas imediações e fomentará certamente parcerias industriais ao mesmo tempo que circunscreve os riscos ambientais.


    Na mesma linha, a nossa proposta é de aproveitar a idílica localização da actual Z.I. de Minde para neste local fazer crescer o “Pólo Cultural de Minde”: sedes para as colectividades, museus, auditórios ao ar livre, espaços verdes, estacionamento, espaços para os mais variados festivais, acessos razoáveis e acima de tudo um lugar ideal em termos cénicos, pela sua beleza e tranquilidade, para desenvolver actividades culturais. Certamente, um projecto para desenvolver ao longo do tempo, com muito espaço para crescer, um projecto nobre para um lugar muito nobre de Minde. Conscientes das dificuldades legais que essa mudança pode acarretar, acreditamos que com vontade política tudo, ou quase tudo, se pode conseguir.


    Assim, parece-nos inapropriado, no Largo Justino Guedes, o actual projecto das sedes para aquele local; 1400m2 podem ser suficientes mas nunca poderão crescer mais do que isso no futuro. Até nos parece um retrocesso na filosofia do C.A.O.R.G, sempre pensando e apostando em grande, dignos, pelas suas legítimas ambições de um espaço sem estas limitações e constrangimentos.


    Sentimos a convicção de levar por diante este projecto, tanto da parte do C.A.O.R.G. como da Sociedade Musical Mindense, porém temos o dever de alertar que está a nascer um projecto com poucas perspectivas de futuro. Veja-se, por exemplo, o cine-teatro: uma obra com cerca de 50 anos, necessita já de há muito de mais espaço de bastidores, para camarins, cenografia, arrumos, etc. O Jardim de Infância do Centro de Bem Estar Social alargou as suas instalações há pouco tempo. O lar de idosos está em fase de ampliação. A Escola do 2º e 3º Ciclo de Minde será brevemente alargada, comprometendo o espaço de recreio das crianças. Enfim, com mais ou menos exemplos, é fácil de compreender que espaço para edificar e crescer, antes em sobra que em falta.

    A nossa terra tem de prevenir a falta de planeamento de que tem sido alvo. Exemplo disso são as infra-estruturas escolares longe dos espaços desportivos como a piscina e o pavilhão gimnodesportivo, a localização do mercado à mistura com o parque escolar, a construção do Bairro das Saramagas numa zona fora do núcleo habitacional, com elevados custos para a criação de infra-estruturas, quando existem terrenos livres dentro do núcleo urbano, o caso da localização do Centro de Saúde que dificulta o acesso a pé por parte dos seus utentes, etc..


    Será o problema do nosso PDM que permite esta falha a nível do ordenamento da vila de Minde? Ou será que aos nossos autarcas o importante é cortar a fita no dia da inauguração, independentemente do que se inaugura, com que utilidade e em que local?


    Importa planear o futuro não repetindo os erros do passado.

    Voltando ao Largo Justino Guedes, muito se poderia fazer: melhorar os traçados das ruas, nomeadamente da Rua João Martins, com um traçado mais rectilíneo, da Rua de Sº António, a inflectir para o lado da Avenida, criando mais espaço livre ao lado do coreto… E não esquecer um largo confortável contíguo à capela de Sº António, permitindo, nas zonas livres circundantes, árvores, estacionamento e um parque infantil, espaço livre, vital para a qualidade de vida dos moradores, espaço para as crianças brincarem.

    22 Setembro 2009

    Junte-se a nós!


    13 Setembro 2009

    Edição 01 do Jornal de Campanha CDU 13 Set 2009